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A MORTE [✞] DO GOOGLE PLUS, Qual é o futuro do Google+?

Morte do Google plus

Qual é o uso que você dá para o Google Plus? Aliás, o que caracteriza o comportamento e engajamento da maioria dos usuários presentes nesta rede social?

Será que chegou a hora do fim do Google Plus? Última: Qual é o futuro do Google+?

Não dá pra duvidar que o crescimento dessa rede social foi vertiginoso, principalmente quando comparado com outras redes sociais. Pra você ter uma ideia, Facebook e Twitter levaram aproximadamente três anos para exibirem números como 90 milhões de usuários. Já o nosso amigo Google+ precisou de somente seis meses para dividir o mesmo título. Impressionante.

Google+ tem probleminha

Por outro lado, não podemos esquecer que o aumento de usuários se relacionava diretamente à obrigatoriedade de possuir uma conta para interagir com com funções como comentários do Youtube. Por isso, quando nos garantimos em estatística pura, pode até parecer que o Google+ não parou de crescer e de se converter num sucesso de público e crítica, mas… a coisa não é bem assim.

A ideia original da rede era dar aos usuários a possibilidade de terem uma identidade única na web. Esse perfil poderia migrar de plataforma em plataforma e ainda assim manter um controle centralizado. Ponto positivo? Tudo ficara vinculado ao mesmo user, dava pra acessar o histórico de uma rede ou compartilhar conteúdos de outras de forma simples e direta. Ainda assim, ter um centro de comando – no melhor estilo Panóptipo de Benthamnão era o que muitos usuários queriam.

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Outro probleminha que a rede enfrentou foi o desconforto de alguns usuários sobre algumas informações solicitadas no momento de criar um novo perfil. entrar pro Google+ significava necessariamente ter que escolher entre as opções “Feminino”, “Masculino” e “outros” na parte onde se define o gênero. Em pleno século XXI, Google?Lógico que alguém – ou muita gente – ia se queixar.

E se a voz do povo é a voz de Deus, tá complicado pro Google+:

Preto no branco

Mas o Google não é Goole à tôa. Quando começou a perceber a insatisfação dos usuários, Bradley Horowitz (VP, Photos and Streams no Google) comandou a iniciativa de dar vários passos e algumas integrações entre plataformas foram desligadas. Um exemplo é a o Hangouts, que há alguns meses deixou de mostrar o perfil social dos contatos que figuram em nossas listas. O seletor de gênero também foi reconfigurado e os ajustes de privacidade permitem modificações.

E como era de se esperar, a estratégia macro anunciada começou a ser notada no Google+. Nas declarações feitas por Bradley, a mudança de direção era uma questão de espera. Com a decisão, parece que os novos responsáveis pelo Google+ começaram a considerar a opinião dos usuários.

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Acredita-se que a plataforma voltará a compor o universo web como mais um serviço do gigante das buscas, e não como o único destino possível. Segundo o Marketing4ecommerce, o processo de desvinculação continuará. A ideia é que a plataforma se alinhe novamente com a ideia original de ser um ambiente virtual no qual os usuários interajam ao redor de interesses comuns.

Você pode até dar uma olhada por si mesmo no anúncio feito por Horowitz em Julho deste mesmo ano de 2015 na nota Everything in its right place.

Dissecando o Google+

Muita opinião e poucos dados concretos até agora. Pois vamos dar uma olhada em algumas estatísticas que podem ajudar a entender o panorama da plataforma. Pra começar, uma reflexão: já que todo mundo que tem um Gmail automaticamente ganha uma conta no G+, será que todos efetivamente usem a rede social?

Atualmente, há cerca de 2,3 bilhões de perfis no Google+. Número impressionante, mas qual é o nível de envolvimento efetivo na plataforma? O problema é que algumas redes sociais, mesmo com um menor número de usuários, têm níveis de engagement muito mais altos.

Hora de dar uma olhada na comparação entre quantidade de perfis e de usuários ativos em cada rede. AGlobalWebIndex fez um estudo em 2015 e os dados são esclarecedores:

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Outras conclusões do estudo indicam números que o Google+ não devem curtir muito ou “dar +1”:

– Somente 212 milhões de perfis, do total de mais de 2 bilhões de usuários são considerados ativos;

– 90% das contas estão absolutamente vazias. Fato que se explica quando entendemos que muitos deste usuários concordaram em criar o perfil (tentando usar outros serviços) mas que realmente nunca se interessaram por compartilhar conteúdo neste canal.

Quando passamos o pente fino comparando quantidade de usuários X quantidade de postagens:

  • 1,93 milhões de usuários fizeram mais de 10 postagens no mês passado
  • 21,8 milhões de usuários postaram 10 ou mais vezes em toda a sua história na plataforma
  • 6,65 milhões de usuários publicaram 50 ou mais vezes em todo o seu período no G+

google plus

google plus

Pra você ter uma ideia, o New York times chamou o G+ de “cidade fantastma”, duro golpe, e vindo de uma fonte bastante lida e respeitada. Outro canal que teu um tapa com luva de veludo  foi o TechCrunch: “walking dead”. E olha que estamos falando da segunda maior rede social do mundo – em termos estatísticos de quantidade de usuários. “Está cheio de fantasmas” foi a declaração da web Gundotra. É muito pra passar despercebido, a internet está de olho no futuro do G+ e a  expectativa não é necessariamente otimista.

Mesmo assim, vamos dar uma olhada como anda disputa dos quatro primeiros postos quando comparamos as maiores redes sociais da atualidade. Obviamente, o primeiro lugar pertence ao Facebook, com uma representativa quantidade de visitas diárias girando na casa dos 830 milhões de acessos. Em segundo, o Twitter exibe números na casa dos 65 milhões, seguido pelo Google Plus com 37 milhões e, por último, o Linkedin fecha a conta com quase 19 milhões de acessos.

E como a distância entre o primeiro e os outros colocados é realmente enorme, vejamos alguns gráficos comparando os 2o, 3o e 4o postos. Na comparação páginas por visita, o G+ salta para o primeiro posto.

google plus

Depois de um tempo competindo de forma acirrada, o g+ dá a sensação de que tomou distância em relação ao Linkedin e ao Twitter quando nos referimos à relação páginas por visita. Por outro lado, o bounce rate  do G+ é bem maior que o dos seus competidores diretos. E se fosse o caso de excluir da comparação as visitas simples de cada página, o Google Plus teria ainda mais vantagem que as duas outras redes.

google plus

E quando finalmente comparamos a integração dos conteúdos existentes no G+ em relação às pesquisas no buscador do Google, perceberemos que a comparativa com o Twitter é muito mais favorável ao Google Plus.

Uma métrica que reforça algo que já comentamos anteriormente é a que dá ao G+ uma grande vantagem, em relação às outras duas redes, no que diz respeito à criação de postagens com conteúdos de outros meios. Aparentemente, as pessoas preferem compartilhar posts, imagens e outros tipos de conteúdos no G+. No caso do uso social do G+ no Brasil, dá pra perceber que a maioria dos nossos contatos publica mais conteúdos de terceiros do que peças próprias.

Algo que também faz pensar sobre o G+ e de certa forma consegue seduzir os marketeiros é o impacto das publicações no Google Plus sobre o SEO das páginas. É notável como o uso de keywords, conteúdos específicos e social signals provenientes dessa rede afetam o posicionamento das páginas no rank do Google.

Pra fechar

Não, o G+ não morreu e nem vai morrer agora, pode ficar tranquilo. Aliás, a rede merece atenção e fique ligado no que vem por aí. O Google não vai desistir tão fácil da plataforma e, cá entre nós, se você faz sucesso com seu marketing no Google+, não mude tudo só por causa de alguns rumores.

stay

Mesmo assim, investir numa estratégia multi-plataforma pode ser interessante para ver em qual delas você tem que tipo de feedback e engagement dos usuários. O postCron tem ótimas funcionalidades pra você que publica no google Plus, e se quiser fazer algum comentário, será super bem-vindo, estamos todos curiosos sobre novas perspectivas e sobre o futuro do Google Plus. Espero você por aqui  no próximo post!

via postCron:http://goo.gl/xpOzyJ

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